Associação protetora dos animais enfrenta dificuldades

Na manhã do último sábado, dia 21, a Associação Protetora dos Animais de Taquara (Apata) realizou um Pedágio Solidário nas ruas centrais do município. O intuito foi de angariar fundos para a instituição que, em função de uma dívida, desde março deste ano, cancelou temporariamente suas atividades.

Fundada em 2003, a Apata deu início ao movimento de proteção ao animal no município de Taquara. Contudo, no momento em que completaria o sexto ano de atuação, acabou por acumular uma dívida de R$ 4.998,00, com uma clínica veterinária. Até este mês, mais da metade da despesa já havia sido sanada, através do auxílio da comunidade, que contribuiu com o pagamento de carnês de sócios.

A Apata é uma entidade sem fins lucrativos, que poderia atender, em média, 4,5 animais por mês com os recursos que vinha arrecadando normalmente. No entanto, ainda no início deste ano, em que apenas os casos mais graves vinham sendo atendidos, uma média de 14 animais por mês receberam algum tipo de cuidado.

Conforme uma voluntária da Apata, em 2004 foi assinado um termo de compromisso na Promotoria Pública, esclarecendo que o atendimento aos animais de rua é de responsabilidade da Prefeitura. Caso ela não o faça, poderá repassar verbas para a entidade que realiza o serviço. Em cinco anos de funcionamento da Apata, foi gerada uma despesa de R$ 62.198,07. Desse total, R$ 52.698,07 foram pagos pela entidade, enquanto a administração municipal arcou com apenas R$ 9.500. Agora em 2008, mesmo com a existência da dívida da entidade, a Prefeitura alegou que, por ser um ano eleitoral, não poderá disponibilizar nenhum recurso à associação.

Além da dívida que ainda possui, a Apata dispõe apenas de um valor aproximado de R$ 450,0 por mês para realizar todo o seu trabalho, provinda das contribuições de 50 sócios ativos. Por enquanto, essa quantia continua sendo utilizada para abater as despesas. “Não queríamos parar, mas só reativaremos os serviços da Apata depois de quitarmos nossa dívida”, sublinharam as voluntárias.

Elas ressaltaram que buscam manter a entidade por amor aos animais, para que eles não fiquem nas ruas, doentes ou sejam vítimas de maus tratos. E também para evitar problemas à saúde pública. A Apata também está utilizando a web como um recurso de divulgação, assim como muitas ONGS que agem em defesa dos animais.

Taxistas se empenham para ajudar animais de rua

Com a suspensão dos serviços da Apata (Associação Protetora dos Animais de Taquara), já é possível notar o aglomerado de animais abandonados nas ruas da cidade. Um desses grupos está concentrado na Praça da Bandeira, em frente à estação rodoviária de Taquara. São cerca de dez cachorros que foram largados ali doentes ou machucados. Eles passam o dia perto do ponto de táxi localizado junto à praça.

“Muitas pessoas nos criticam por darmos comida para os animais, mas não podemos deixá-los passar fome”, diz um dos taxistas. Conforme ele, o grupo de trabalhadores já gastou mais de R$ 500,00 com veterinário, com o intuito de tratar os cães. Os taxistas também improvisaram um abrigo debaixo de um banco, com papelões e panos velhos, para aquecer os cachorros nas noites frias da estação. “E mesmo assim, olha como aquele ali treme”, aponta o taxista.

APENAS COM A VONTADE

Já em seu primeiro ano de funcionamento, a APATA, que contava com aproximadamente 14 voluntários, obteve os recursos de que precisava através da realização de meio frango, venda de adesivos e uma banquinha no Festo Cultural. “Desde então, a associação realiza um trabalho que deveria ser feito pela Prefeitura. Por isso, no mínimo precisaríamos contar com um amparo do Executivo”, explicou a voluntária.

A entidade realiza o tratamento de casos de sarna, pulga e fungos de cães de rua, socorrendo os animais no próprio local em que se encontram. Já em casos de atropelamentos, fraturas ou ferimentos, a vítima é internada, tratada e medicada. Após receber alta, é encaminhada para a lista de adoção e, geralmente, levada a uma família. Em caso de não se encontrado um novo lar, o animal volta ao mesmo local em que foi encontrado. A média de custo por tratamento de um animal é de R$ 100,00.

VOLUNTÁRIOS

Apesar de não contar com veterinário próprio, a Apata possui um convênio com alguns profissionais, que dão descontos nos atendimentos. Ainda assim, toda a despesa do animal de rua atendido é paga pela associação. Mesmo não sendo taquarense, um dos grandes colaboradores é o veterinário Marildo Zanini, estabelecido em Parobé.

Assim como as dificuldades, o número de animais só aumenta. Hoje, apenas quatro voluntárias são responsáveis por todo trabalho realizado pela Associação Protetora dos Animais. Segundo elas, com esse número é difícil até mesmo promover aços para arrecadar fundos. “É um trabalho diário, de pura doação. Não basta só gostar de animais, é preciso se dedicar”, explicaram as voluntárias. “Já que os animais não votam, dependemos sempre da boa vontade do governante”, desabafaram as integrantes da associação.

Semana da Comunicação

A Semana da Comunicação ocorreu de 2 a  6 de junho, envolvendo diversas atividades, como palestras, oficinas e bate-papos. A  abertura oficial, que ocorreu na noite da primeira segunda-feira do mês, ficou por conta  de Silvia de Jesus, vice-presidente executiva de Internet e Inovação do Grupo RBS.

Para Silvia todas as pessoas são produtores de conteúdo e, de um certo modo, acabamos perdendo referências, ficando por conta dos veículos mais conhecidos a transmissão de maior credibilidade. Com a evolução da internet, todos podem ser blogueiros, escrevendo de maneria mais coloquial e informal para os leitores que, ao mesmo tempo também são os atores de notícias.

A inovação deste meio tecnológico trouxe uma verdadeira mudança no paradigma social da comunicação, principalmente na direção de sua transmissão. “A internet somos nós e não um corpo estranho, fora de nós mesmos”, comentou Silvia. Conforme ela,  a banda larga é o meio que proporciona os conteúdos mais ricos e foi uma peça fundamental para o crescimento da comunição nesse meio.

Além de qualquer pessoa poder ser produtora de notícias, a internet proporciona uma maior interatividade, espaço para opiniões, sugestões, o que Silvia definiu como “um sucesso no jornalismo, uma ferramenta de muito poder”. Isso mudou os hábitos de todos se comunicarem e se informarem.

Outro ponto destacado na palestra foi o de que, antigamente, o conhecimento era repassado dos mais velhos para os mais novos. Hoje, isso está mudando, o que pode ser verificado em um vídeo apresentado na ocasião.

Simulação

Como ir da Rodoviária de Taquara até o Jornal Panorama? É muito fácil, basta seguir a indicação do mapa

Volkswagen aposta em gestão de interação com o cliente

Na última terça-feira, 29, Humberto Silva, Coordenador de CRM (sigla para Customer Relationship Management, que em português significa Gestão de Relacionamento com o Cliente), ministrou a palestra CRM na Volkswagen do Brasil. O evento ocorreu no Auditório Central, localizado no centro 1. A palestra faz parte da promoção Volkswagen Route, que envolve jovens de 23 universidades, em 11 cidades diferentes, que participam de diversas atividades, como workshops, palestras, shows exclusivose um concurso cultural.

A Volksvagen do Brasil é uma das maiores montadoras do país. Além de ser líder na exportação do setor, tambémé pioneira com o motor bicombustível (Gol Total Flex – 2003). As ações de relacionamento feitas através do projeto de CRM apóiam os objetivos da empresa, que pretende ser direcionada aos clientes. Assim, torna-se possível uma maior aproximação da empresa com os desejos e necessidades de seu público. O que, mais tarde, reduziu o alto custo e a perda da produtividade do grupo Volkswagen.

As campanhas preventivas de Marketing passararm a evitar a insatisfação com o produto e com os serviços, geraram uma experiência positiva do cliente com a marca, fazendo com que ela seja lembrada em sua próxima compra. Já a partir do momento da entrega do carro, a relação deixou de ser “fria” e passou a ser emocionada. Desde então, foram criado um “Kit” de compra, que acompanham todos as etapas do processo de venda.

A missão do Kit é transmitir ao consumidor as informações mais relevantes sobre o veículo, de uma maneira atraente, prática e funcional. Como resultado, a comunicação com o cliente ficou mais rápida e direta, melhorando o grau de satisfação com o produto. O Kit é composto por um vídeo do automóvel em DVD, guia de leitura rápida, guia de peças, serviços e acessórios, uma revista V e informações sobre o Volkswagen Card.

Através de um roteiro, criado especialmente para o projeto, o vídeo ressalta as principais informações sobre o veículo, garantia, rede de concessionárias, plano de manutenção, e pesquisas de satisfação. Os clientes também possuem acesso a um hotsite exclusivo, onde podem atualizar seu cadastro, fazer download de vídeos, conferir a ficha técnica de carros, entre outras opções. O resultado de todo esse trabalho foram clientes bem informados e satisfeitos, o que também reduziu os índices de reclamações.

Aluna de Jornalismo Online mata aula para receber prêmio

        

  

       A aluna da cadeira de Jornalismo Online do curso de Comunicação Social da Unisinos, Mariana Halmel dos Santos, faltou a aula do professor Daniel Bittencourt, na terça-feira, para receber uma máquina fotográfica digital, como prêmio por vencer um concurso fotográfico.

      Para comemorar os 122 anos do município de Taquara, situado no Vale do Paranha – a  72 km de Porto Alegre e a 42 km de Gramado - o Jornal Panorama, a Academia Lítero-Cultural Taquarense, a Unime Encosta da Serra e a Foto de Fato promoveram o concurso Taquara em Foco. Ao todo, foram 133 trabalhos inscritos, entregues no dia 14 de abril. Na quinta-feira daquela semana, as fotos foram julgadas pela coordenadora do Curso de Comunicação da Faccat, Vera Broilo, pela arquiteta Maristela Krumenauer e pelo poeta Fabrício Carpinejar.

      Eles escolheram 24 trabalhos, divididos em duas categorias. A primeira, para fotógrafos amadores da comunidade em geral, e a segunda, para fotógrafos, também amadores, mas que tenham algum vínculo com as entidades promotoras do concurso. As fotos selecionadas foram apresentadas na edição de número 1877 do Jornal Panorama, em um caderno especial, comemorativo ao aniversário do município de Taquara.

       Na noite de terça-feira, 27, ocorreu um ato na sede da Unimed, reservado à organização e participantes do concurso fotográfico. Na oportunidade, foram entregues as duas máquinas digitais conferidas à Sílvia Gizeli Möller - vencedora da categoria um, com a foto “Poema Rural”- e Mariana Halmel dos Santos, repórter do jornal Panorama - ganhadora da categoria dois, com a foto “A pipoqueira”. Além disso, outra concorrente obteve a terceira máquina, sorteada entre todos os participantes que enviaram seus trabalhos ao concurso. 

Como o caso Isabella repercute na web

      Às 23h30min de 29 de março, a menina Isabella Nardoni, de cinco anos, foi jogada da janela do sexto andar do prédio onde morava seu pai e sua madrasta, em São Paulo. Isabella chegou a ser socorrida, mas faleceu pouco tempo depois.

     Após uma série de investigações, o laudo do Instituto de Criminalística constatou que havia sangue de Isabella já no carro de Alexandre. Segundo a perícia, a menina foi agredida na testa e uma fralda teria sido usada para limpar o ferimento e estancar o sangue até chegar ao apartamento. Também foram encontradas manchas de sangue dela no chão da casa e na cama do quarto de onde ela foi jogada. Conforme a polícia, o espaçamento entre os pingos encontrados aponta que a menina foi carregada no colo por um adulto, a um metro do chão (o que corresponde com a altura de como se ela estivesse no colo de seu pai).

     A menina também sofreu um processo de esganadura por cerca de três minutos (as mãos da madrasta, Anna Carolina Jatobá, também são compatíveis com as marcas no pescoço de Isabella), entrou em parada respiratória e desmaiou. Isso ocasionou as manchas vermelhas no pulmão e no coração, além de vermelhidão nas pontas dos dedos, encontrada pelos legistas. Após o desmaio, a menina foi jogada pela janela do sexto andar do edifício e caiu, em dois segundos, de uma altura de cerca de 20 metros, a 72 quilômetros por hora. A polícia concluiu que a marca de calçado no colchão da cama de onde Isabella foi jogada é do pai dela.

     Isabella sobreviveu à queda, mas sofreu fraturas na bacia, no punho e lesões em praticamente todas as costelas, além de leões no estômago e no fígado. Segundo os peritos, Isabella morreu em conseqüência do politraumatismo e da asfixia. A polícia concluiu que não havia  uma terceira pessoa no apartamento naquela noite de sábado, como Alexabdre e Anna Carolina  insistem em afirmar.

 

      “Uma covardia, uma atrocidade muito grande… Deus há de mostrar à polícia quem foi o autor de tão grande horror”. É assim que Elizabeth Alves Ribeiro inicia seu comentário em um blog, que traz um artigo sobre o caso que envolveu o Brasil inteiro. Ainda nos comentários do artigo, Cris diz achar perigoso afirmar que os pais são culpados antes de terminar o inquérito. “Não seria a primeira vez que a imprensa faz alarde de fatos que não ocorreram, apontando culpados sem qualquer prova”, ressaltou. Citando ainda o caso daquela escola cujos donos foram acusados por uma mãe desequilibrada.

 

     Já para Flávio, é incrivel a frieza e a cumplicidade da familia Nardoni diante dessa tragédia, todos unidos na proteção de um assassinato. ”O problema não é a mídia e sim o crime“, sublinha. Afinal a própria policia descarta a existência de uma terceira pessoa. “Todos os indícios apontam que foram eles, inclusive essa proteção incondicional ao ‘filhinho do papai’. A justiça humana pode falhar, a de Deus não”, concluiu.

 

 

     Apenas em um site de relacionamentos da internet (orkut) podem ser encontrados mais de mil comunidades relacionadas com o caso Isabella. A mãe da menina, Ana Carolina Oliveira bloqueou o acesso aos scraps e ao álbum, pois não consegia ler seus recados em função da grande quantidade de scraps que recebia de difersos usuários do orkut. Além disso, já existem vários perfís em que pessoas usam o nome e as fotos da mãe da menina.

      Para Laís, usuária do orkut, o pai e a madrasta da menina são os culpados pelo crime: “Todos estão dizendo isso e os advogados ainda tentam defendê-los… Bando de idiotas eles são…”  Esta é a opinião de todos os membros da comunidade Isa – O Brasil pede Justiça. Em alguns fóruns discutidos da comunidade “Clique aqui para entrar na comunidade” chega a ser resgatada a idéia de pena de morte para os culpados.

 

 

 

Laudos apontam presença de sangue de Isabella nas roupas do pai, diz TV

Polícia | 15/04/2008 | 19h46min

Advogados dizem que Alexandre se aproximou da filha depois da queda

Laudos do Instituto de Criminalística (IC) de São Paulo, usados na investigação da morte de Isabella Nardoni, de cinco anos, no último dia 29 de março, apontam que havia resquícios do sangue da menina na bermuda usada pelo pai, Alexandre Nardoni, 29 anos, no noite do crime. Segundo informações obtidas pelo Jornal da Band, os documentos também mostram que as roupas continham pedaços da tela da janela pela qual Isabella foi jogada, no sexto andar do Edifício London, em São Paulo.

Os advogados de defesa de Alexandre disseram que “é natural” que o sangue da menina esteja presente na roupa do pai, já que ele teria se aproximado do corpo da filha após a queda dela.

Ainda de acordo com informações obtidas pelo jornal junto ao IC, não houve uma terceira pessoa na cena do crime, o que contradiz os depoimentos de Alexandre e de sua mulher, Anna Carolina Jatobá, 24 anos, que disseram que o apartamento teria sido invadido na noite do dia 29 de março.

Notícia veiculada no site da ZERO HORA

A conexão dos meios

Em uma breve análise de sites que utilizam o flip para apresentar seu conteúdo na web podemos traçar um comparativo com conceitos de Marshall McLuhan.

O flip visa a proporcionar algo real dentro do virtual e é utilizado por alguns veículos como Zero Hora, Jornal do Brasil e Revista Pix, que serão avaliados a seguir. Contudo, é válido lembrar que cada meio gera sua forma de expressão. Mesmo que virar as páginas de um jornal ou revista possa ser feito de um modo virtual, a informação contida ali sai do seu lugar de origem. Portanto, ela nuca será absorvida de uma mesma maneira.

Através do flip, um veículo real é representado de uma maneira virtual. A própria representação age no “objetivo final” da mensagem, ou seja, no sentido em que lhe é atribuído pelo leitor. Já em um primeiro momento,  percebe-se que, para ter acesso às matérias apresentadas nos sites é preciso aproximar as páginas, tornando as informações mais visíveis. Entre os três sites, o que proporciona melhor visualização de um todo é o da Revista PIX. Mesmo assim, podem ser encontradas algumas dificuldades  para ler os pequenos caracteres contidos nos textos (sem que os mesmos sejam aproximados).

 

 

O site da Zero Hora conta com o “zoom mais eficiente”, pois em vez de aproximarmos a página toda, disponibiliza a opção de clicar na matéria para que ela possa abrir em outra janela, sendo que o conteúdo pode ser acessado por todos.  Por outro lado,  o Jornal do Brasil restringe a visualização das matérias. Os não assinantes podem ter apenas uma noção do conteúdo do jornal, mas quanto maior o zom dado na página, menor a resolução, o que deixa os caracteres ilegíveis. Já o site da Revista Pix, não é tão preso às formas impressas e dispõem de instrumentos típicos de sites, como uma espécie de “menu”, em que o usuário pode clicar e ir direto para a página que procura.

Mesmo que o conteúdo do veículo busque ser representado de uma mesma maneira em um outro lugar, ele acaba constiuindo uma gramática própria, pois como explica McLuhan o meio, tomado como uma extensão tecnológica, cria um meio ambiente. Mesmo que as páginas possam ser viradas virtualmente, o local nunca será o mesmo. O virtual é lido em uma tela, o real, além de ser lido em um papel, pode ser “consumido” em uma sala, que tenha um sofá confrotável, em que a atenção do usuário não seja desviada para outras “sub-salas”.

Aula inaugural do Curso de Comunicação atrai público variado

Aula Inaugural

A aula inaugural do curso de comunicação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos, atraiu não só estudantes de Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Relações Públicas. Estudantes de Direito e até mesmo pessoas que não eram nem ligadas à Universidade compareceram ao Anfiteatro Padre Verner, na terça-feira passada, dia 18 de março.

Isso tudo porque o palestrante da noite era, nada mais, nada menos, do que Zeca Camargo, jornalista e editor-chefe do programa televisivo Fantástico, da Globo. O ambiente ficou completamente lotado e antes das 18h uma imensa fila de pessoas que não conseguiram entrar no prédio começou a se formar. Um telão foi colocado no lado de fora, com algumas cadeiras para acomodar o grande público. Mesmo assim, muitas pessoas ficaram de pé e ocuparam as proximidades da estrutura.

Depois de um prévia apresentação do convidado, feita pela diretora de graduação Paula Caleffi, Zeca Camargo iniciou sua palestra. O jornalista, que trabalha há 12 anos no Fantástico, comentou sobre sua trajetória profissional, desde os tempos em que escrevia para a Fúria de São Paulo. Sobre o programa de domingo à noite, Zeca comentou a respeito da liberdade imensa de formatos ali compreendidos.

O jornalista fez uma exposição completa de como surgiu o quadro da Fantástica Volta ao Mundo, no qual ele e um cinegrafista percorreram diversos locais do planeta, carregando um equipamento que pesava cerca de 80 quilos. “Sempre adorei viajar. Brinco que comecei a viajar quando saí de Uberaba, e não vou a lugar nenhum sem antes ler algo a respeito do local”, comentou Zeca.

A segunda etapa da aula inaugural compreendeu uma série de perguntas, feitas pelo público presente no anfiteatro e prontamente respondidas por Zeca, em um bate papo bastante descontraído. O jornalista, que também é formado em Administração de Empresas, Publicidade e Propaganda e que, ainda por cima, é bailarino comentou sobre o grande momento de se reinventar o jornalismo através do uso da internet. “Para sermos jornalistas temos que ter a capacidade de ser curioso e a capacidade de desconfiar, para o resto da vida”, finalizou Zeca Camargo.

Obs. da Mari: Leitores, perdoem-me, mas trabalho na cidade de Taquara até às 18h e só consigo chegar na Unisinos pertinho das 19h30min. Como podem ver, fui uma das pessoas que não conseguiu estar em um dos 712 lugares existentes dentro do anfiteatro… E, frustrantemente, tive que assistir à palestra no lado de fora, felizmente, sentada em uma das cadeiras colocadas no lado de fora… Por isso, o vídeo está quase que sem condições de se ver, pois precisei caprichar no zoom, considerando-se ainda que estava dispondo de pouquíssima luz no local. Agradeço a compreensão.

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